Quem somos

Tratamos consórcio como planejamento, não como venda.

A Realize nasceu em dezembro de 2020, em Campo Largo, no Paraná, da inquietação de ver o consórcio ser vendido como uma compra parcelada qualquer. Hoje atendemos clientes em todo o Brasil, com Servopa, Yamaha, Embracon e União Catarinense.

Já foram mais de 500 clientes e mais de R$ 50 milhões em créditos comercializados. Todos começaram com uma conversa sobre objetivo, não sobre cota.

O que nos diferencia

Não é o produto. As cartas são das administradoras, e qualquer um pode vendê-las. O que muda é o que acontece antes e depois da assinatura.

Método próprio

O T3 Patrimonial organiza a estratégia em três tempos, com objetivo definido para a contemplação. Sem isso, uma carta é só mais um boleto no mês.

Processo estruturado

Cada etapa, do primeiro contato ao pós-venda, tem responsável e prazo. Documentamos o processo inteiro para que nada dependa da memória de uma pessoa.

Conferência independente

Quem vende não é quem confere. Outra área revisa cada cadastro antes do fechamento, porque erro de documentação é o que mais atrasa contemplação.

Quem está por trás

Três sócios com perfis diferentes e uma equipe interna que sustenta o atendimento no dia a dia.

Paula Nogueira, Diretora Executiva da Realize

Paula Nogueira

Diretora Executiva

Empresária com 14 anos de experiência em gestão de empresas e estratégia. Responde pela direção do negócio e pela inteligência por trás dos processos da Realize.

Naldia Nogueira, especialista em consórcio

Naldia Nogueira

Coordenadora Comercial de Relacionamento

Especialista com 20 anos de experiência em consórcio. É quem conduz as consultorias e treina a equipe comercial no método.

Claudilei de Souza, Coordenador Administrativo Financeiro

Claudilei de Souza

Coordenador Administrativo Financeiro

Empresário com 16 anos de experiência em gestão de empresas e coordenação de projetos. Cuida do financeiro e supervisiona o pós-venda.

Três histórias que explicam melhor

Quatro parcelas, uma carta vendida

Uma empresária entrou com carta de R$ 300 mil e parcela de R$ 784,50. Na quarta parcela, foi contemplada por sorteio. Vendeu a carta por R$ 80 mil, recebidos no ato, com o comprador assumindo o crédito e o saldo devedor.

O imóvel na planta, sem banco

Um médico queria pagar o imóvel antes da entrega, manter o capital aplicado e não recorrer a financiamento. Foram duas cartas de R$ 1 milhão com lance fixo fidelidade: contemplado após 13 parcelas, com lance de 15%.

O carro que chegou aos 18

Uma mãe queria dar um carro ao filho na maioridade. Começamos dois anos antes, com lance fixo de 30% ao mês em grupo escolhido a dedo. Três meses antes do aniversário, a contemplação se tornou viável.

Cada resultado depende do grupo, do lance e da administradora. Nenhuma contemplação tem data garantida.

Quer entender como isso se aplica ao seu caso?

A primeira conversa é sobre objetivo, prazo e orçamento. Cota vem depois.

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